Alemanha: 4 zoológicos imperdíveis com crianças

1 set

Texto e fotos de Fernando Victorino e Nathalia Molina

Munique, Alemanha, Zoológico, Crianças, Hellabrunn - Foto Nathalia Molina @ComoViajaQuando você se programa para visitar quatro zoológicos em um mesmo país, a primeira sensação é a de que você verá mais do mesmo em todos. Na Alemanha, isso é um engano. Berlim, Munique, Nuremberg e Stuttgart possuem zoológicos com identidade própria, com fauna e flora apresentados de modo particular.

Nós visitamos esses quatro zoos, e nossa surpresa não parou por aí. Ficamos impressionados com a estrutura oferecida aos visitantes em todos eles. Acesso fácil por transporte público, Alemanha, Nuremberg, Zoológico, Tiergarten - Foto Nathalia Molina @ComoViajasinalização eficiente, lanchonetes diversas, variedade de animais e apresentação e cuidado com os bichos (de pelo brilhante). Tudo impecável.

Passeio ideal para quem está em férias com a família ou deseja simplesmente admirar a natureza. Em alemão, um dos nomes para zoológico é Tierpark: Tier (animal) + Park (parque). A ideia de parque traduz bem os lugares onde estão instalados os zoológicos. Cheios de verde e diversão para a meninada, eles não se restringem aos animais (o que já seria bem bom).

Como em toda área ao ar livre, em época de calor, lembre-se de protetor solar, chapéu e água, principalmente nos cuidados com as crianças.

O indicado é ir de manhã, no início do funcionamento do zoológico. Assim, dá para ver os animais e aproveitar outras atrações, como assistir a shows ou alimentação dos bichos e até almoçar num dos restaurantes dentro dos parques.

Nesta semana, apresentamos no Como Viaja! uma série com o melhor dos quatro zoológicos alemães que visitamos. Aqui um pouquinho do que vem por aí – conforme publicamos, acrescentamos os links abaixo:

Wilhelma, em Stuttgart: ainda tem flores, muitas flores

Alemanha, Stuttgart, Zoológico, Jardim Botânico, Crianças, Wihelma - Foto Nathalia Molina @ComoViaja (31)O jardim botânico criado ao gosto do rei Guilherme I é uma explosão de cores. Não há como ficar indiferente às milhares de espécies nas estufas e nos canteiros. Carrinhos de bebê e pequeninos passeando pelos jardins são uma constante.

O que já é lindo se supera quando se alcança à imensa área dos animais. E, como se contemplação não bastasse, você pode entrar em um salão repleto de borboletas, vê-las voar e poder sentir o delicado pouso de uma delas em seu corpo. Com 5 anos, nosso filho, Joaquim, curtiu.

Alemanha, Stuttgart, Zoológico, Jardim Botânico, Crianças, Wihelma - Foto Nathalia Molina @ComoViaja (6)

Zoo, em Berlim: o mais antigo e o mais urbano

Berlim, Alemanha, Zoológico, Crianças - Foto Nathalia Molina @ComoViajaFundado em 1844, o zoológico de Berlim é mais antigo da Alemanha. E também o mais urbano entre todos os que visitamos. Sensação reforçada pelas construções que abrigam os animais. Em vez de tocas, há boas casas que permitem ao visitante acompanhar a rotina dos bichos mesmo nos dias de frio e neve.

Ver o leão acordar de um breve cochilo e escutar seu estrondoso rugido num salão fechado é algo impressionante. Meses depois, nosso filho ainda fala disso.

Berlim, Alemanha, Zoológico, Crianças - Foto Nathalia Molina @ComoViaja

Tiergarten, em Nuremberg: lindo bosque com animais

Alemanha, Nuremberg, Zoológico, Tiergarten - Foto Nathalia Molina @ComoViajaAqui a visita ao zoológico reserva uma experiência selvagem. Os bichos estão integrados à natureza, geralmente em áreas amplas. Ver animais requer disposição para percorrer caminhos ladeados por grandes árvores. Um espaço ótimo para a criançada correr livremente, enquanto espera chegar até o próximo bicho.

Meta-se por subidas suaves ou ladeiras em busca de uma nova espécie. E não deixe de assistir ao show de golfinhos e leões-marinhos.

Alemanha, Nuremberg, Zoológico, Tiergarten - Foto Nathalia Molina @ComoViaja

Hellabrunn, em Munique: um passeio completo

Munique, Alemanha, Zoológico, Crianças, Hellabrunn - Foto Nathalia Molina @ComoViaja (15)O grande barato desse parque com uma área de 360 mil metros quadrados é a capacidade que ele tem de ser completo. Tem bicho, sim. Vários e bonitos, como os dois filhotes de ursos polares nascidos neste ano.

Mas há também muitos brinquedos onde as crianças se aventuram, seja escalando e descendo de um imenso escorregador ou explorando um brinquedão à base de madeira e corda. Foi difícil tirar o Joaquim dessa área. É passeio para um dia inteiro. Porque ver os animais vale muito a pena. Mas brincar, também.

Munique, Alemanha, Zoológico, Crianças - Foto Nathalia Molina @ComoViaja

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Sem glúten: um mês na Alemanha e uma descoberta

28 ago

Sem glutén, Viagem à Alemanha - Foto Nathalia Molina @ComoViaja

Fotos e texto de Nathalia Molina

Quando dizem que viajar faz bem para a saúde, pode acreditar, não é força de expressão. A incursão de quase um mês pela Alemanha me trouxe benefícios que vão além da cultura e da beleza do país. Me levou a perceber que eu poderia ter um problema com glúten.

Já vinha me sentindo mal havia tempos, com períodos de melhora e piora. Mas durante os primeiros 20 dias na Alemanha fiquei melhor. Nem me dei conta (quando está bem, quem se lembra de problema, né?). Além disso, em viagens sempre caminho muito, tomo bastante água. Tendo, então, a acreditar que esses efeitos são os responsáveis pelo bem-estar. Sem contar, é claro, na quantidade imensa de serotonina que a felicidade de viajar deve liberar em mim.

Sem glutén, Viagem à Alemanha - Foto Nathalia Molina @ComoViajaMas no fim da viagem, já em Frankfurt, voltei a me sentir mal. Também tomada pelo prazer da visita à Alemanha em família, não parei para pensar sobre o assunto. De fato, essas observações só vieram depois, já no Brasil. E pelo meu marido, Fernando: ‘Você se deu conta de que quase não passou mal na Alemanha? Só em Frankfurt, quando começamos a comer massa, você voltou a ter problema.’

Nossa, era verdade. Na visita a Berlim, Munique, Nuremberg e Stuttgart, eu havia comido basicamente comida alemã. Sem glutén, Viagem à Alemanha - Foto Nathalia Molina @ComoViajaMuita carne de porco e salsichas mil, acompanhadas de repolho e batata em muitas variações. Especialmente a salsicha de Nuremberg, minha preferida. Comi em vários lugares da Alemanha. Em Nuremberg, alguns foram o restaurante medieval Zum Gulden Stern e barracas nas ruas, no formato drei im weggla. Afpelstrudel, aquela maravilha de torta de maçã, só experimentamos uma vez, em Berlim.

Alergia à cerveja alemã?!

Além disso, tinha outra constatação revelada ainda antes de sair do Brasil: eu não conseguia mais tomar cerveja alemã. Custei muito a acreditar nessa ideia, que parece mais uma praga. Logo eu, tão cervejeira. Eu amo cerveja alemã!

Há dois anos tomei meio copo e, em questão de minutos, minha cara parecia estar pegando fogo de tanto que queimava. Uma mancha vermelha foi pintando meu rosto todo e chegou ao pescoço. Fui parar no pronto-socorro. Fato inesquecível. Até hoje me dói o lugar onde o enfermeiro do São Camilo me aplicou uma injeção para estancar a crise alérgica.

Na ocasião, meu marido e eu pensamos que pudesse ter sido algum problema com a garrafa da cerveja. Será que tínhamos lavado direito? Quase um ano depois, resolvi fazer um teste. Dois goles na cerveja, e corri para o comprimido de corticoide para parar a vermelhidão galopante.

Sem glutén, Viagem à Alemanha - Foto Nathalia Molina @ComoViajaFui para a Alemanha – viagem que incluía a minha primeira visita a Munique – lamentando que não poderia entornar os canecos como fazem os locais, mas ainda esperançosa de que poderia bebericar. Afinal, eu já tinha ido ao país várias vezes e sempre tinha bebido cerveja alemã!

Sem glutén, Viagem à Alemanha - Foto Nathalia Molina @ComoViajaChegando lá, até conseguia tomar uns golinhos de cerveja, da mais clarinha, amarelinho quase bebê. Ficava vermelha, nada alarmante. Mas só uns golinhos. Fernando pedia um canecão para ele, e eu bebericava, como fiz no Löwenbräu em Berlim (primeiro restaurante onde comemos na viagem) ou no biergarten do Viktualienmarkt em Munique (jardim de cerveja na praça do mercado). Valeu para tirar as tradicionais fotos segurando o caneco.

Na nossa ida à Hofbrauhaus, a cervejaria mais famosa de Munique, me rebelei: pedi uma cerveja de trigo. ‘Vou pedir a que eu gosto mais. Se não der para beber, você toma, Fê?’. Proposta difícil de topar, né?

Quase me emocionei com aquele copão quando a garçonete colocou nossos pedidos à mesa. Minha alegria foi embora depois de dois goles. O comprimidinho de corticoide estava na bolsa para me salvar. Pronto, não dava mais para tentar tomar. Melhor era procurar entender no Brasil o que estava acontecendo. Pelo menos valeu o brinde com Fernando de chope tradicional e Joaquim de suco de maçã espumado. Vê só as caras engraçadas na foto do alto deste texto.

Em comum entre massa e cerveja: o glúten

Em casa, quando Fernando chamou atenção para minha melhora nos primeiros 20 dias na Alemanha, juntei lé com cré. O que havia em comum entre massa e cerveja? O glúten! A proteína é encontrada no trigo, na cevada e no centeio.

Resolvi, então, testar uma alimentação sem glúten. Durante 40 dias, me senti outra pessoa. Nesse período, estive na Argentina, onde não encontrei nenhuma dificuldade para manter a opção gluten free, lá tem até voo da LAN com lanche especial sem glúten.

Interessante ver que, mais do que descobertas turísticas ou gastronômicas, viajar proporciona tantas sensações e experiências que podem mudar sua vida. Comigo tem sido assim. Não só pelo glúten. O contato com os muitos mundos com que topo me traz vários benefícios. Agora efetivamente até para a saúde.

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Novidades sobre o Canadá

12 ago

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Por Nathalia Molina

‘Mamãe, por que você vai de novo ao Canadá?’ Antes que eu pudesse responder, Joaquim se adiantou: ‘Ah, já sei você escreve sobre novidades.’ Com 5 anos, meu filho agora tem noção do que é o meu trabalho. Mas, mesmo quando ele ainda não se entendia por gente, já via a mãe viajar para o Canadá.

O país foi meu primeiro destino sozinha depois de ser mãe. Desta vez, volto ao Canadá para mais um GoMedia, o evento anual voltado para a mídia especializada em viagem. Fiquei muito feliz quando recebi o convite da Comissão Canadense de Turismo dirigido a mim para cobrir a feira pelo Como Viaja!. Meu blog conta com uma área dedicada ao país: Como Viaja! no Canadá. Lá estão os links dos textos que escrevi aqui ou que foram publicados em jornais e revistas.

Como essa história começou? Você lê em O Canadá e eu. E, assim, o GoMedia 2014 é minha terceira cobertura do evento. No ano passado, meu texto com um roteiro pelos bairros de Toronto foi finalista no GoMedia Awards, prêmio para publicações sobre o Canadá. Fiquei entre os três indicados na categoria de Blogs Internacionais.

Também participei do TBEX, encontro de blogueiros realizado em Toronto em 2013. Antes do evento, 28 blogueiros de todo o mundo foram convidados pela Comissão Canadense de Turismo para explorar o Canadá de trem. Fui a única brasileira a fazer parte do grupo. Como eu já tinha viajado em 2010 no The Canadian, trem que atravessa o país de Toronto a Vancouver. Escolhi embarcar no The Ocean para fazer de Halifax a Montréal e, depois, Toronto. Assim já viajei o Canadá de trem de leste a oeste, uma experiências incrível.

GOMEDIA 2014

A cada ano o GoMedia é realizado numa cidade. Em 2014, Winnipeg recebe o evento. Já estive algumas horas na cidade da província de Mannitoba quando tomei o trem de Toronto a Vancouver. Mas vai ser bacana poder explorar melhor o lugar. Ainda mais com a inauguração prevista do Canadian Museum of Human Rights, museu sobre os Direitos Humanos, que eu vi começar a ser construído quando passei por lá em 2010. O prédio platinado com design moderno impressiona, estou doida para ver as exposições.

10351470_666027513490794_6134323507095867332_nAntes do evento, escolhi fazer um tour para a imprensa pela província de Québec. Passei uns dias lindos na cidade de Québec, hospedada no castelo do hotel Fairmont Le Château Frontenac. Mal posso esperar para caminhar pelas ruas históricas de Québec de novo. A cidade é linda. O percurso inclui ainda Charlevoix, com visitas a produtores de vinho e de queijo. Vou voltar cheia de novidades para quem viaja pela província de Québec.

Para completar o roteiro, decidi vir de novo a Montréal. A cidade é grande e há sempre algo a ser visto — ou por não dá tempo de visitar tudo nunca, ou por ter surgido alguma novidade. Tenho passado lindos dias de sol por aqui.

Como faço sempre, estou postando fotos ao longo da viagem nos canais do Como Viaja! nas redes sociais.  Curta http://www.facebook.com/ComoViaja e siga @ComoViaja no twitter e no instagram. No Google+, siga https://plus.google.com/+ComoviajaBr.

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Sem glúten: Argentina, o paraíso gluten free

25 jul

Sem Glúten, Gluten Free, Buenos Aires, Alvear Art Hotel, Argentina - Foto Nathalia Molina @ComoViaja

Texto e fotos de Nathalia Molina

Quando viajei recentemente à Argentina, eu estava fazendo uma alimentação sem glúten. Não sabia se conseguiria mantê-la pois eu teria de cumprir a programação estabelecida para os jornalistas pelo Destino Argentina, pela LAN Argentina e pela vinícola Família Zuccardi, que convidaram o grupo para um roteiro combinado entre Mendoza e Buenos Aires.

Chegando lá, tive uma grande surpresa. Ao longo da viagem, encontrei opções sem glúten o tempo inteiro. Até os voos da LAN Argentina dentro do país oferecem lanche gluten free. Parece que a quantidade de celíacos na Argentina é tão significativa que levou à indústria alimentícia e às empresas em geral a perceberem a necessidade de oferecer sempre alimentos sem glúten como opção.

Sem Glúten, Gluten Free, Alfajor, Argentina - Foto Nathalia Molina @ComoViaja (3)

Até os clássicos argentinos estão sendo adaptados. O alfajor ganhou uma versão com biscoito de flocos de arroz para montar o doce, recheado com doce de leite e coberto com chocolate. Claro que passa longe da maravilha que é o tradicional. O biscoito de flocos de arroz é duro e a textura lembra isopor. Mas quebrou um galho. No supermercado, encontrei essa versão na prateleira acima do alfajor.

Sem Glúten, Gluten Free, Mendoza, Hotel Amérian, Argentina - Foto Nathalia Molina @ComoViaja (13)Assim como a indústria do Brasil é obrigada a sinalizar no rótulo ‘Contém glúten’ ou ‘Não contém glutén’, por lá uma lei nacional obrigada os fabricantes argentinos a mostrarem o símbolo Sin TACC (sigla que significa ‘sem trigo, aveia, cevada e centeio) nos produtos sem glúten. Tenho de dizer que o símbolo deles é bem mais prático e efetivo. Você vê aquela raminha dentro do círculo vermelho cortado e já sabe que pode comer. No Brasil já tive de usar lupa para achar o glúten em rótulos de iogurte, por exemplo.

Existe a suspeita de que eu seja intolerante ao glúten ou celíaca (quem sofre de doença autoimune provocada pela ingestão dessa proteína). Fiquei um tempo sem comer para ver as reações.

REFEIÇÕES SEM GLÚTEN

A viagem à Argentina ocorreu bem no período em que eu estava fazendo essa alimentação sem glúten. Sem Glúten, Gluten Free, Mendoza, Hotel Amérian, Argentina - Foto Nathalia Molina @ComoViaja (16)E, tirando o estranhamento natural da novidade (e todas as tentações que surgiram), posso dizer que não tive problemas para comer no país. Do café da manhã ao jantar, tive opção, sem dificuldade.

Em Mendoza, nosso grupo ficou hospedado no Amérian Executive. O café da manhã contava com um cantinho com biscoitos e torradas sem glúten. Havia até um minialfajor, que mais lembrava um bem-casado. Só que deu conta do recado naquela hora do docinho com café.

Sem Glúten, Gluten Free, Mendoza, Hotel Amérian, Argentina - Foto Nathalia Molina @ComoViaja (2)

Sem Glúten, Gluten Free, Mendoza, Hotel Park Hyatt, Argentina - Foto Nathalia Molina @ComoViaja (2)À noite, jantamos no Park Hyatt Mendoza. Bastou eu dizer ao garçom que era celíaca para surgir em minutos à mesa um pão de forma lindo, muito parecido com o tamanho e a textura dos tradicionais. Aqui no Brasil só encontrei pães menores, que parecem não crescer tanto. As fatias eram fofinhas.

No dia seguinte, o jantar foi no restaurante Siete Cocinas. Pães-de-queijo quentinhos foram trazidos para que eu provasse as deliciosas pastas de entrada. Os pratos também foram levemente adaptados ou substituídos quando continham glúten.

O mesmo cuidado vi no café da manhã e no almoço no Alvear Art Hotel, em Buenos Aires. O bufê é um espetáculo. Pela qualidade e pela atenção com os celíacos. As plaquinhas de sinalização exibem o símbolo da raminha dentro do círculo cortado para indicar os pratos liberados aos celíacos.

Sem Glúten, Gluten Free, Buenos Aires, Alvear Art Hotel, Argentina - Foto Nathalia Molina @ComoViaja (4)Sem Glúten, Gluten Free, Buenos Aires, Alvear Art Hotel, Argentina - Foto Nathalia Molina @ComoViaja (5)Sem Glúten, Gluten Free, Buenos Aires, Alvear Art Hotel, Argentina - Foto Nathalia Molina @ComoViaja (8)

Sem Glúten, Gluten Free, Buenos Aires, Alvear Art Hotel, Argentina - Foto Nathalia Molina @ComoViaja (2)

Sem Glúten, Gluten Free, Buenos Aires, Alvear Art Hotel, Argentina - Foto Nathalia Molina @ComoViaja (17)No café da manhã, avisei ao garçom que eu não comia o pão tradicional. Ele pediu uma cesta de pães sem glúten (a foto está no início deste post). Demorou pois foi trazida fresquinha, assada na hora. Valeu a espera. Tinha até um pãozinho curvadinho, para lembrar (pelo menos no formato) a famosa medialuna, tradicional no café da manhã portenho.

Sem Glúten, Gluten Free, Buenos Aires, Faena Hotel, Argentina - Foto Nathalia Molina @ComoViajaTambém em Buenos Aires, o jantar no restaurante El Mercado do Faena Hotel foi uma sequência de pratos sem glúten deliciosos. Um me chamou atenção em especial: tabule de quinoa, servido de entrada. Olha a foto dele aqui abaixo. Estava tão bom que me inspirou a fazer em casa uma salada de quinoa real em grãos com damasco, quadradinhos de queijo branco, soja tostada e azeite extra-virgem da Familia Zuccardi, que eu trouxe da Argentina.

Viu como a viagem à Argentina pode ser um passeio por sabores sem glúten?

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Sem glutén: Voo da LAN Argentina tem lanche especial

25 jul

Sem Glúten, Gluten Free, Comida de Avião, LAN Argentina, Lanche, Voo - Foto Nathalia Molina @ComoViaja

Texto e fotos de Nathalia Molina

Sem Glúten, Gluten Free, Comida de Avião, LAN Argentina, Lanche, Voo - Foto Nathalia Molina @ComoViaja (3)O lanche no voo de Buenos Aires para Mendoza vinha numa caixinha com biscoitos e minialfajor da marca Havanna. Eu estava fazendo uma alimentação sem glúten. Peguei o lanchinho e comentei em português com a colega no assento ao lado: ‘Não posso comer, mas vou guardar para meu marido que é louco por alfajor’. A aeromoça da LAN Argentina percebeu que havia algo errado e me perguntou: ‘sois celíaca?’

Respondi que sim porque existe a possibilidade de que eu sofra dessa doença autoimune ou seja intolerante ao glúten. A comissária, então, me deu pacotinhos de chips de mandioca e de batata e ‘alfajor’ fabricado com flocos de arroz. Vendido em supermercados do país, ele passa longe de ser o tradicional alfajor — é muito duro por causa da textura do biscoito de arroz –, mas caiu bem poder comer um docinho.

Buenos Aires, Mendoza, Voo LAN Argentina - Foto Nathalia Molina @ComoViaja

Fiquei muito feliz. Eu havia chegado na madrugada anterior a Buenos Aires, quase não tinha dormido e já voava cedinho em direção a Mendoza – havia sido convidada pelo Destino Argentina, pela LAN Argentina e pela vinícola Familia Zuccardi para um roteiro combinado entre para a cidade famosa pelos vinhos Malbec e a capital do país, Buenos Aires.

Sem Glúten, Gluten Free, Comida de Avião, LAN Argentina, Lanche, Voo - Foto Nathalia Molina @ComoViaja (9)Aquela gentileza da aeromoça da LAN Argentina, portanto, foi meu primeiro contato com a realidade muito favorável que quem não pode comer glúten encontra no país. Aos poucos me dei conta de que a Argentina é o paraíso gluten free.

A demanda interna é tanta que a LAN Argentina mantém a opção de comida sem glúten nos voos domésticos. Se você não puder comer glúten e estiver viajando pela companhia entre cidades argentinas, lembre-se de avisar aos comissários.

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