Está procurando um guia da Flórida para planejar sua viagem? Dá uma olhada nessas opções abaixo que separamos. Podem facilitar na hora de montar seu roteiro pelo estado americano.
Categoria: Estados Unidos
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Miami: novidades em hotéis, voos, compras e arte
Fotos: Divulgação
Miami está a toda, cheia de novidades. Veja abaixo alguns dos destaques em torno dessa cidade americana na Flórida:
COMO Hotels — A marca abre sua primeira unidade no Estados Unidos em 27 de janeiro. Localizado em Miami, colado à South Beach, o hotel tem 74 apartamentos. O COMO, Miami Beach está instalado no lugar do antigo hotel Traymore, dos anos de 1930. O novo prédio segue as características de design contemporâneo, bem ao estilo da COMO Hotels. A estrutura inclui piscina no terraço, restaurante de frutos do mar e o spa COMO Shambhala. A diária dá direito a ioga e pilates uma vez por dia.
Mandarin Oriental — O luxuoso hotel acaba de ser incluído pelo Forbes Travel Guide (guia da revista americana) na categoria Triple Five Star. O Mandarin Oriental Miami fica em Brickell Key, perto do Design District, região fervilhante com arte, moda, arquitetura, design e restaurantes.
Fontainnebleau — Em 25 de novembro, o hotel inaugura o restaurante Michael Mina 74, bistrô que leva o nome do badalado chef americano e vira lounge com DJ quando a noite cai. Ao todo, o Fontainebleau conta com 12 espaços para alimentação, sendo restaurantes, bares e coffee shops. Entre eles, o Gotham Steak, do chef Alfred Portale, estrelado pelo guia Michelin e proprietário do Gotham Bar, em Nova York. Para garantir o frescor dos pescados servidos no hotel, o Fontainebleau acaba de comprar um barco para pescar e pretende suprimir 80% do que é consumido. O hotel possui 1504 quartos, e sua contrução original é de 1954. O complexo passou por uma reforma em 2008 que adicionou duas torres novas de apartamentos com cozinha. Atualmente são quatro torres no Fontainebleau.
Turnberry Isle — Até março de 2014, hóspedes da América Latina têm diárias com café da manhã para duas pessoas, descontos na Bloomingdale’s e frozen yogurt de cortesia. Para os loucos por shopping, o tradicional hotel tem um pacote chamado terapia de compras (Retail Therapy Package). Nada mais Miami, né? Dá direito a um cartão-presente de 50 dólares no Aventura Mall (localizado do outro lado da rua), personal shopper, benefícios na Bloomingdale’s, transporte, diárias com café da manhã para duas pessoas e upgrade de acomodação na reserva. O hotel agora faz parte da Autograph Collection, associação de hotéis-boutique e de luxo.
Art Basel em Miami Beach — Pinturas, fotografias, instalações, esculturas. De 5 a 8 dezembro, o evento de arte moderna e contemporânea toma a cidade da Flórida e combina exposições com filmes, música e festa. No ano passado, o Art Basel atraiu 50 mil visitantes internacionais. Hotéis como o Ritz-Carlton South Beach participam do evento — há uma instalação cedida pela Diana Lowenstein Arts Gallery no lobby e um embaixador ajuda os hóspedes a curtirem o evento dando dicas de festas e inaugurações. Já Bal Harbour dá aos hóspedes de hotéis da cidade um cartão de acesso gratuito a museus participantes do evento.
Bal Harbour — Conhecida pelo shopping que leva o mesmo nome, a cidade engrossa a lista de destinos em que os brasileiros são maioria entre os visitantes. Isso ajudou nos números positivos registrados nas férias de julho deste ano em relação ao mesmo mês de 2012: aumento de 18% no faturamento de hotéis e restaurantes e crescimento de 12,4% nas vendas do Bal Harbour Shops. Inaugurado em fevereiro de 2012, o St. Regis Bal Harbour Resort também está com boa ocupação e faturamento, já superando o projetado para 2016.
Aventura Mall — O shopping não trabalha com cupons, os visitantes ganham um cartão de recompensas, como descontos e benefícios em lojas. Para receber o cartão, o visitantes deve apresentar no concierge o voucher impresso (faça aqui download do site). No link Visitor, clique em Programs and Services para ver todos os benefícios disponíveis (a maior parte deles em parceria com os cartões Mastercard).
American Airlines — A companhia passou a voar diariamente de Curitiba e de Porto Alegre para Miami. O avião sai da capital paranaense às 9h25 em direção à gaúcha. Depois, parte às 12h30 para Miami. Na volta, deixa a cidade americana às 20h20, com chegada a Curitiba às 7h50 e a Porto Alegre às 10h45.
Mastercard Priceless — Miami está na lista de priceless cities do cartão (ação feita no Brasil em São Paulo e no Rio de Janeiro, com a expressão Não Tem Preço). Quem usa Mastercard pode consultar os benefícios em cultura, entretenimento, compras e restaurantes no site Priceless Miami.
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8 cidades recebem o Salão do Estudante, maior feira de intercâmbio do país
ATUALIZADO EM 27 DE FEVEREIRO DE 2018
Maior feira de intercâmbio do Brasil, o Salão do Estudante 2018 passa por 8 cidades do país. São em torno de 200 instituições de ensino de aproximadamente 20 países, mostrando opções de cursos e promoções para os alunos brasileiros. Em alguns casos, segundo a organização, quem se matricular no evento pode até conseguir desconto. Além de tirar dúvidas sobre programas de intercâmbio, procedimentos para inscrição, vistos de estudante e preços de cursos, os interessados em estudar no exterior podem se informar sobre passagens aéreas e possibilidades de acomodação.
Alguns dos países presentes no Salão do Estudante são: Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Portugal, Argentina, Austrália, Nova Zelândia, França, Irlanda, Reino Unido, Espanha, Rússia, Suíça, Bélgica e África do Sul. Agências de intercâmbio brasileiras também estão no evento, assim como consulados dos Estados Unidos, de Portugal e da África do Sul, entre outros, e órgãos educacionais como o Campus France, da França, e a americana Education USA.
Os cursos apresentados no Salão do Estudante vão de cursos para aprender um idioma estrangeiro a profissionalizantes no exterior. Pela primeira vez no Salão do Estudante, a Associação Americana de Programas Intensivos de Inglês (English USA) conta com um pavilhão inteiro no evento, com diversas escolas de idiomas dos Estados Unidos.
Adolescentes eseus pais podem conhecer oportunidades tanto de high school (ensino médio) quanto de acampamentos de verão. Os programas na feira incluem ainda graduação, pós, MBA, mestrado e doutorado em universidades internacionais. Da Rússia, vem a RUDN University, onde estudam cerca de 29.000 alunos de aproximadamente 140 países.
Universidade em Portugal com nota do Enem
Para quem pensa em fazer o ensino superior em Portugal, o país é o convidado especial desta edição do Salão do Estudante. Estão no evento instituições politécnicas e universidades privadas e públicas de cidades como Lisboa, de Coimbra e do Porto. A maioria das instituições portuguesas aceita a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) — o peso das disciplinas muda segundo a universidade ou o curso desejado.
São Paulo
24 de outubroRua sacascascascsacsacsac sacsacascsacascsacsacsacss; das xx às ss horas
Ingresso
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Endereço
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Orlando: dicas para aluguel de casa e de carro
Fotos reproduzidas do site da Loyalty Vacation Homes
Para economizar, tem de pesquisar. O consultor de negócios Marcelo Velloso sabe muito bem disso. Ele foi de férias com a família para Orlando, nos Estados Unidos, e dá suas dicas para economizar com aluguel de casa e de carro — leia também as dicas dele para aproveitar melhor os parques e o post sobre aluguel de imóveis na Flórida.
O PLANEJAMENTO DA VIAGEM
“Em primeiro lugar, decidimos pelo período (Carnaval de 2013) com mais de um ano de antecedência. As minhas quatro passagens (dois adultos e duas crianças) variavam entre R$ 10.000 (pela Copa, com escala no Panamá e Miami) a R$ 18.000 (pela Tam, voo direto). Depois de procurar bastante consegui uma promoção SP – Miami – SP pela American por R$ 6.400 as quatro passagens — achei essa tarifa no site da companhia. O voo originalmente era SP-Lima-Miami / Miami-Lima-SP. Para minha sorte, deu algum problema com o trecho de Lima e eles trocaram por voos diretos para Miami sem custo adicional.
Precisei ir uns três dias antes do Carnaval, mas valeu a pena. Preferi ir por Miami, a diferença de preço para Orlando dava para pagar as duas semanas de aluguel do carro.”
O ALUGUEL DE CARRO
“Com a data definida, procurei bastante até encontrar uma boa promoção de aluguel de carro. Fiquei umas duas semanas monitorando as principais companhias pela internet, até que a Budget apareceu com 40% de desconto e eu aluguei uma van para 12 pessoas.
Vale a pena comprar os assentos das crianças para o carro no Wallmart. Eu comprei dois assentos por uns US$ 20 cada e trouxe para o Brasil, se eu fosse alugar com o carro ia gastar uns US$ 140 nos dois assentos.”
O ALUGUEL DE CASA
“Quando começamos a procurar hotéis, mas não conseguíamos nada por menos de US$ 150 a diária, e mesmo assim hotéis que não eram muito bons. Começamos a procurar casas em condomínios e decidimos alugar uma bela casa em Kissimmee. Eu usei a Loyalty Vacation Homes porque fiz uma pesquisa pela internet e li bons comentários a respeito deles.
Uma dica para quem aluga: as casas de lá tem poucos banheiros. Precisávamos de uma casa com pelo menos três suítes (uma para cada casal) e não foi fácil arrumar. Conseguimos uma casa excelente com seis quartos (quatro suítes + um banheiro e um lavabo), piscina com spa aquecidos, churrasqueira, sinuca etc, em um condomínio muito bom que ficava a uns 15 minutos do Magic Kingdom.
A grande vantagem da casa é ter muito espaço para as crianças (e para as compras também….rsrsrsrs) e quando voltávamos dos parques elas ficavam à vontade brincando, não ficávamos presos a um quarto de hotel. A casa saiu bem mais barato que um hotel, deu cerca de US$ 100 para cada casal. A limpeza era paga à parte e dava uns US$ 120 por dia de limpeza.
Outra vantagem é que gastamos muito menos com alimentação e com o benefício de ter refeições mais saudáveis. Nós gastamos cerca de US$ 500 para as 12 pessoas tomar café da manhã e jantar quase todos os dias, muito mais em conta do que comer fora. A comida em supermercado é muito barata lá, um galão de suco (uns 4 litros) custa US$ 0,99, uma pizza grande congelada custa uns US$ 2,00 e por aí vai. A primeira compra deu uns 3 carrinhos lotados e saiu por uns US$ 150.”
Leia outras dicas de viajante ou morador
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Orlando: dicas para aproveitar melhor os parques
Fotos: Gene Duncan/Walt Disney World/DivulgaçãoO consultor de negócios Marcelo Velloso esteve em Orlando no início de 2013 e dá suas dicas para aproveitar melhor os parques com crianças — leia também as dicas dele para aluguel de casa e de carro.
SÓ UM PARQUE POR DIA
“Um erro que fizemos no primeiro dia foi tentar fazer compras de manhã e ir a parques à tarde, fica muito cansativo e não dá para fazer nenhum dos dois bem feito. O ideal é passar os dias nos parques intercalados com um dia de compras para descansar.Não vale a pena comprar os ingressos com direito a mais de um parque no mesmo dia, os parques são muito grandes e não vale a pena tentar fazer mais de um por dia, muito cansativo.”CARRINHO PARA AS CRIANÇAS
“Recomendo comprar um carrinho guarda-chuva no WallMart (uns US$ 20) para carregar as crianças pequenas, elas ficam muito cansadas de andar o dia todo. Outra opção é alugar um carrinho nos parques, mas sai bem mais caro.
Fomos a diversos parques, mas o que as minhas crianças mais gostaram disparado foi o Magic Kingdom e a Legolândia. Fomos dois dias ao Magic Kingdom, um dia chegamos depois do almoço e ficamos até depois do show dos fogos (termina por volta das 23 horas) e no outro dia chegamos bem cedo e ficamos até o fim da tarde.”
SHOWS DE FOGOS
“O show de fogos e a parada noturna do Magic Kingdom é imperdível, programão para crianças e adultos, é inacreditável como eles projetam os filmes no castelo da Cinderela.Outro show imperdível é o de encerramento do Hollywood Studios, legal para crianças e adultos.”
E você? Tem dicas da sua viagem ou cidade? Manda para mim no e-mail comoviaja@gmail.com, que eu publico como Dica de Viajante ou Morador.
Leia outras dicas de viajante
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Chicago: dicas e passeios
Fotos: Priscila Marie – Arquivo Pessoal
Chicago está nos seus planos de viagem? Dá uma olhada nas dicas e nos passeios da leitora Priscila Marie na cidade americana:
“Em Chicago, não é preciso carro. O transporte público é bom, e acabamos fazendo quase tudo a pé. Nós alugamos carro, mas devolvemos antes do tempo. O único dia em que efetivamente usamos o carro foi quando fomos fazer compras no outlet, mas creio que tenha meio de transporte para lá. Estacionamento é caro!!!
Eu andei pela Magnificent Mile. Uma coisa que não fiz e me arrependi foi alugar uma bike e margear o Lago Michigan. Na verdade não fiz porque não deu tempo!
DO ALTO
Outra dica é ir ao John Hancock Center (no Observatory) e ao Sears Tower (no Skydeck do Willis Tower). No segundo prédio, tem uma varanda de vidro no 103º andar. É demais! Sugiro que vá a um à noite e ao outro de dia. Fui ao Hancock à tardinha e esperei anoitecer. E no outro de dia. A vista é maravilhosa, principalmente do Lago Michigan.
Sobre atrações, vale visitar o Museu de História Natural, Ciência e Indústria e o Planetário. O aquário também é muito bacana. Comprei o City Pass, inclui os ingressos dos melhores passeios.
Outros lugares que indico são o Navy Pier, o Buckinghan Foutain e o Millenium Park. Se tiver sorte, há alguns concertos à noite neste parque — leia sobre show grátis no Millenium Park.
DE BARCO
Fizemos três passeios com a Shoreline Sightseeing. A arquitetura de Chicago é maravilhosa!! Fizemos o Skyline Lake Tours para ter uma ideia da cidade vista do Lago Michigan. Os outros dois passeios foram o Architecture Tours (de dia) e o Fireworks Cruises (à noite). Comprei os ingressos todos por aqui. A saída dos passeios é sempre do Navy Pier, onde ficam as bilheterias para trocar os vouchers.”
E você? Tem dicas da sua viagem ou cidade? Nem precisa ser extenso (mas, se for, fica à vontade!). Manda para mim no e-mail comoviaja@gmail.com, que eu publico como Dica de Viajante ou Morador.
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Estátua da Liberdade: ingresso e história da atração em Nova York
Há 3 possibilidades para quem compra ingresso da Estátua da Liberdade: ver o ponto turístico de Nova York pelo lado de fora na ilha onde ele fica; entrar no monumento e ir até o pedestal; ou subir à coroa. Mas, atenção, as entradas para a Estátua da Liberdade podem esgotar meses antes.
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Visita à coroa da Estátua da Liberdade – Foto: NPS Afinal, estamos falando de um símbolo de Nova York. A história da Estátua da Liberdade está conectada com os ideais que atraíram milhões de imigrantes para os Estados Unidos. Além disso, o passeio mostra um panorama lindo do sul de Manhattan. Estive lá pela primeira vez em 1992 quando morava na cidade. Era um tempo, portanto, em que ainda existiam as Torres Gêmeas. Naquele início dos anos 1990, levei quem me visitava da família para ver de perto a Estátua da Liberdade (e também o visual do terraço do World Trade Center).
Ainda hoje, as embarcações para a Liberty Island, onde fica a atração turística, também levam à Ellis Island, endereço do Museu da Imigração de Nova York. Por isso, além de prático, esse pode ser um interessante programa – veja diferentes opções de tours e ingressos para Estátua da Liberdade e Ellis Island. Entre 1884 e 1924, quase 14 milhões de pessoas chegaram a Nova York. O estátua foi inaugurada em 28 de outubro de 1886.
Passeio de barco com entrada da atração
Você pode comprar o ingresso da Estátua da Liberdade e visitar o monumento por conta própria. As entradas para a Estátua da Liberdade pela GetYourGuide, incluem a balsa de ida e de volta, acesso à ilha da Estátua da Liberdade e à Ellis Island, audioguias nas 2 ilhas e entradas dos museus de Imigração de Nova York e da Estátua da Liberdade. A GetYourGuide é uma empresa internacional, com experiência na venda de tours, entradas para atrações e atividades turísticas em destinos pelo mundo. Nós já usávamos a empresa e, por isso, decidimos nos tornar parceiros dela aqui no Como Viaja. Quem preferir pode fazer um tour à Estátua da Liberdade e à Ellis Island com guia e embarque prioritário.
Ingresso da Estátua da Liberdade, com barco – Foto: Marley White/NYC O City Pass de Nova York, que dá direito a visitar 5 atrações no destino, inclui entre as opções a balsa da Estátua da Liberdade e da Ellis Island. Quem compra o passe, a US$ 138, economiza e tem entradas para o Empire State Building e o Museu Americano de História Natural, além de 3 entre 6 alternativas: o já citado barco para as ilhas do sul de Manhattan; o deck de observação Top of the Rock; o Memorial e Museu do 11 de Setembro; cruzeiros turísticos da Circle Line; o Museu Guggenheim; e o Museu Intrepid Sea, Air and Space.
Mas existem ainda outras experiências de viagem relacionadas ao cartão postal de Nova York. Por exemplo, um passeio de barco perto do ponto turístico (sem parar para desembarque na ilha onde ela se localiza). Na temporada de fim de ano, tem até uma versão com Papai Noel a bordo para fotos.
Onde pegar o barco para o ponto turístico de Nova York
Para chegar à ilha da Estátua da Liberdade, os barcos da Statue Cruises partem do Battery Park, parque de Manhattan. Mas também há opção de sair de New Jersey, do Liberty State Park. A navegação leva uns 15 minutos até o ponto turístico.
Antes da pandemia, segundo o National Park Service, órgão federal que cuida dos parques americanos e que administra as 2 ilhas, a espera para embarcar no ferry podia levar até 1h30 na época de maior visitação, entre abril e setembro.
Pedestal da Estátua da Liberdade
A altura da Estátua da Liberdade é de 93 m. Para chegar ao topo do pedestal, são 215 degraus, em 10 andares. Há um elevador, contudo, serve só para pessoas que não podem subir escadas. Pois eu achei bacana o suficiente navegar até a ilha e curtir a vista de Manhattan a partir do pedestal.
História da Estátua da Liberdade – Foto: Christopher Postlewaite/NYC & Company Se for fazer o mesmo, lembre que não pode entrar com alimentos e bebidas (exceto 1 garrafinha plástica de água), notebooks e carrinhos de bebê. Devido ao procedimento de segurança, antes da entrada ao monumento, deixe mochilas e bolsas grandes num guarda-volume (locker). O aluguel por 2 horas exige um depósito de 25 centavos (leve moeda).
Visita à coroa do ponto turístico
A passagem até a coroa é estreita e feita numa escada em espiral, com outros 162 degraus. Por isso, eu nunca me aventurei até lá – se alguém foi, manda ver nos comentários por favor, para contar a experiência para outros viajantes.
Para subir até a coroa da Estátua da Liberdade, você pode carregar apenas celular, câmera fotográfica, algum medicamento necessário e 1 garrafa plástica de água. Por causa do trajeto até a coroa, a visita não é recomendada para pessoas que sofram de problemas cardíacos ou respiratórios, dificuldades de locomoção, claustrofobia, vertigem e medo de altura. Também não pode ser feita por crianças abaixo de 1,07 metro (42 polegadas) de altura.
História da Estátua da Liberdade
O pai da ideia foi Édouard de Laboulaye. Abolicionista e defensor da democracia, em 1865, o francês propôs a criação de um monumento para os Estados Unidos. No entanto, outros franceses também marcaram a história da Estátua da Liberdade: o escultor Frédéric Auguste Bartholdi (desenho), o arquiteto Eugène Viollet-le-Duc (estrutura) e o engenheiro Gustave Eiffel (interior). O arquiteto americano foi responsável pelo projeto do pedestal.
Sua construção começou na França em 1876, quando o braço segurando a tocha ficou pronto. Em 1884, a estátua foi terminada e desmontada porque precisava ser transportada até os Estados Unidos. No mesmo ano, começaram a fazer o pedestal. A inauguração do cartão-postal – Liberty Enlighting the World (A Liberdade Iluminando o Mundo) – ocorreu em 28 de outubro de 1886.
Balsa até Ellis Island
Chegaram a Nova York quase 14 milhões de pessoas entre 1884 e 1924. Ellis Island é o primeiro lugar de desembarque dos imigrantes. Portanto, nada mais indicado do que instalar ali o National Museum of Immigration, o Museu da Imigração de Nova York. Em 2022, o National Park Service anunciou um projeto de US$ 22 milhões de renovação da Estátua da Liberdade. Agora é a vez do edifício principal de Ellis Island, com melhorias de cerca de US$ 17,7 milhões.
Museu da Imigração de Nova York – Foto: Marley White/NYC Para conhecer as 2 ilhas, embarque de manhã cedo para o passeio. Depois da Estátua da Liberdade, recomendo uma passagem pela Ellis Island, se você se interessa pelo assunto imigração, assim como eu. Pois a exposição é ótima (está muito diferente da 1ª vez em que estive lá, em 1991). Da ilha, você vê uma bonita silhueta de Manhattan e seus prédios, para aquela foto do skyline.
Seja qual for a forma de visita, o National Park Service recomenda que se compre ingressos antes, pois podem não estar disponíveis na hora. O barco parte do sul de Manhattan. Por isso, vale mesmo comprar online as entradas para a Estátua da Liberdade, para não ir à toa ao Battery Park. Na pré-pandemia, a visita à coroa costumava ter as entradas esgotadas de 4 a 6 meses antes pela internet, para se ter ideia da procura.
Museu da Estátua da Liberdade com a tocha original
Inaugurado em 2019, o State of Liberty Museum, um investimento de US$ 100 milhões, conta a história e a importância desse cartão-postal de Nova York. O projeto de cerca de 2.400 m² inclui um teto com a vegetação nativa da ilha. Entre os itens da exposição está a tocha original, parte da história da Estátua da Liberdade. A instituição mostra como ela se tornou um símbolo americano, porém, aborda também a liberdade como conceito.
Tocha original – Crédito: SOL and Ellis Island Foundation/Divulgação O museu se propõe a ser bem interativo. Sua arquitetura privilegia a localização, com panoramas da Estátua da Liberdade, de Lower Manhattan e do porto de Nova York.
De dezembro a março, o movimento é menor. No entanto, essa é a temporada de inverno em Nova York. Por isso, o complexo conta com controle de temperatura, mantendo o clima agradável na visita, segundo o NYC & Company, responsável pela promoção turística do destino americano.
Mais dicas sobre o monumento
Horário de funcionamento: A Liberty Island abre todo dia, exceto no Thanksgiving (4ª quinta de novembro) e em 25 de dezembro. O horário varia conforme a época. No verão americano de 2023, o ferry para a Liberty Island parte do Battery Park das 9 às 17 horas. O último barco deixa a ilha do monumento às 18h45. No ferry, volumes grandes como malas, mesmo os modelos de mão, não são permitidos.
Localização: O Battery Park fica no extremo sul de Manhattan. As estações do metrô de Nova York mais próximas são South Ferry e Bowling Green.
Preço: Para visitar a Liberty Island e subir até a coroa ou o pedestal por conta própria, o barco mais o ingresso sai por US$ 24,80 – acima de 62 anos, US$ 18,30; crianças de 4 a 12 anos, US$ 12,30; até os 3 anos, grátis. Confira variadas opções de tours e ingressos para Estátua da Liberdade e Ellis Island.
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Intercâmbio: pesquisa mostra destinos mais procurados
VANCOUVER, NO CANADÁ – Nathalia Molina @ComoViaja
Quando se fala em intercâmbio, a maior procura no Brasil é por cursos de idioma, como mostra a pesquisa Mercado de Educação Internacional e Intercâmbio do Brasil, encomendada pela Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais (Belta). Durante o levantamento, foram consultadas 80 agências de intercâmbio.
A edição de 2013 confirma alguns dados apontadas na mesma pesquisa feita em 2011. Desta vez, novamente pelo menos 60% das agências consultadas disseram que os cursos de idioma ainda são os mais procurados.
Também permanecem os mesmos destinos entre os mais procurados para estudar fora do país. Veja onde o brasileiro buscar aprender:
- Inglês: Canadá (66,3%), Estados Unidos (17,5%) e Reino Unido (15%)
- Francês: (82,5%) e Canadá (13,8%)
- Espanhol: Espanha (65,%), Argentina (23,8%) e Chile (1,3%)
BUENOS AIRES – Divulgação
NÚMERO DE VIAJANTES
Em 2012, fizeram intercâmbio 175 mil viajantes do Brasil. O número ficou bem abaixo da expectativa relatada na pesquisa anterior — a previsão das empresas para 2012 era de enviar 282 mil brasileiros para estudar no exterior. Mas, ainda assim, superou o total de 2010, quando as agências registraram 167 mil pessoas em cursos fora do país.
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Promoção em Miami: hotel, restaurantes e mais, em temas por mês
Para manter o fluxo de visitantes constante durante o ano todo, tem promoção em Miami com temas diferentes para cada mês. Ao longo do ano, 12 áreas estão em destaque, com descontos e pacotes oferecidos pelos parceiros do escritório responsável pela divulgação turística da cidade da Flórida. Alguns desses temas combinam perfeitamente com o estilo de Miami e com o gosto do brasileiro que viaja para lá o Greater Miami Convention & Visitors Bureau trabalha um tema .
Como parte do programa, chamado de Temptations, as tentações mês a mês incluem hotéis, spas, compras, gastronomia e cruzeiros. Acompanhe abaixo o calendário de promoções para ver que tema combina mais com seu estilo e poder aproveitar descontos e eventos especiais na hora de programar sua viagem — pacotes de hotéis são frequentemente encontrados associados às promoções mensais. Veja hotéis em Miami no link ou no mapa abaixo.
Bem-estar: Miami Health & Wellness — fevereiro e março
Atividades que cuidam do corpo e da mente estão em destaque neste mês. Pontos para praticar ioga e canoagem, além de spas, campos de golfe e centros esportivos, são alguns dos lugares que oferecem descontos.
Passeios: Miami Attractions & Museums — abril e maio
O foco neste mês são passeios como as atrações tradicionais de Miami e lugares para se divertir com crianças. Há descontos nas entradas. Cupons de desconto e entradas gratuitas são oferecidas também pelos museus participantes neste mês temático. É a oportunidade de ter uma boa amostragem da cultura disponível na cidade.
Hotéis: Miami Hotels — de junho a setembro
O verão americano é época de curtir Miami ensolarada, na areia e na água (da praia ou da piscina). Você encontra pacotes e ofertas de hospedagem, ao lado de listas de hotéis luxuosos e das piscinas mais incríveis da cidade.
Tratamentos: Miami Spas — julho e agosto
Miami e spa são uma perfeita combinação, e muitos na cidade entram nos rankings de melhores spas dos Estados Unidos. Tratamentos relaxantes, ioga e comida saudável estão em pauta nestes meses na cidade.
Restaurantes: Miami Spice — agosto e setembro
Miami Spice é a versão da restaurant week local, com menus de 3 pratos a preços reduzidos: brunch ou almoço a US$ 23 e jantar por US$ 39. Conheça também outros eventos gastronômicos e restaurantes especializados na culinária de outros países.
Shows e vida noturna: Miami Entertainment — outubro e novembro
De shows a espetáculos de teatro, passando por performances e apresentações de comédia, em novembro os visitantes podem ficar de olho em promoções de entretenimento.
Arte e patrimônio: Miami Arts & Heritage — dezembro e janeiro
Tours pela história, pela culinária e pela arquitetura são o destaque nos meses dedicados a artes e patrimônio. Há exibições ligadas às comunidades de imigrantes que formaram a cidade americana. Um dos principais eventos artísticos é o Art Basel, em dezembro.
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Nova York e suas neighbohoods
Fotos: Nathalia Molina @ComoViaja Metrópoles como Nova York podem ser complicadas de explorar, por causa do excesso de opção. Não há viagem que esgote uma cidade assim, então estude o destino e escolha. Não tem jeito, tem de deixar muita coisa de fora para conseguir aproveitar o que escolheu.
Uma vez eu escrevi uma reportagem de uma capa sobre Nova York para o Turismo do Jornal da Tarde brincando com exatamente com essa abundância. Peguei uma foto que tirei do alto do Empire State Building e apliquei um desenho de quebra-cabeça. Eu dizia que a paisagem que você vai ver na viagem é você que monta, como numa quebra-cabeça, mas nesse caso quem escolhe as peças (atrações) é você.
Reserve seu hotel em Nova York pelo Booking
Uma ótima maneira de conhecer as peças e decidir qual vai formar a paisagem da sua viagem é visitar a área de Neighborhoods do site oficial da cidade, com dicas também fora do circuito turístico tradicional. Dos 5 boroughs de Nova York — Manhattan, Brooklyn, Bronx, Queens e Staten Island –, o projeto chamado de Neighbohood x Neighbohood começa pelo Brooklyn, que já tem seu guia bairro-a-bairro. Mas no link de cada borough já é possível ver os destaques de cada pedaço: